Flávia Muniz Damasceno
Blog dos Professores-
O Educadinho
Posted on agosto 28th, 2010 1 comment -
Textos Complementares
Posted on agosto 28th, 2010 No commentsANDRAGOGIA
Os profissionais que hoje comandam as grandes organizações sabem que, mais do que o acúmulo de diplomas e de habilidades técnicas, o que conta é a capacidade de adaptação às exigências do mercado e à realidade organizacional.
Diante desse desafio, o aprendizado contínuo é a moeda mais importante do novo líder. No entanto, para que esse processo se traduza em ações práticas, é preciso, antes de tudo, que o profissional esteja aberto para a transformação mais importante em seu desenvolvimento: a mudança de comportamento.
Tendo isso em vista, há 17 anos pesquisamos as metodologias participativas da Andragogia, definida como “um conjunto de princípios que orientam o adulto a aprender”. A partir desses conceitos, buscamos as melhores práticas para nortear nossas soluções de aprendizagem. A abordagem de nossos programas, a escolha dos nossos consultores e até a concepção do nosso espaço são pensados com base nesses princípios.
Malcolm Knowles foi um dos primeiros autores a analisar com profundidade as diferenças principais entre a pedagogia (ensino de crianças) e a maneira como o adulto busca o seu conhecimento.Os princípios da Andragogia:
1. Necessidade de saber: o adulto precisa entender o porquê do aprendizado e qual o ganho que ele terá com o processo. Nesse sentido, é importante demonstrar os gaps e os resultados esperados.2. Autoconceito: adultos são responsáveis por suas ações e querem ser vistos dessa forma. Portanto, a relação professor-aluno que o coloque em uma posição passiva pode criar um conflito. O educador deve criar experiências que ajudem o participante a fazer a transição de aluno dependente para auto-orientado.
3. O papel das experiências: necessariamente, o adulto chega à sala de aula com muito mais experiência do que uma criança. O aprendizado será muito mais rico e intenso se cada participante sentir a oportunidade de contribuir no processo. O adulto é a sua experiência de vida, portanto, negar sua experiência é negar a pessoa.
4. Prontidão para aprender: o adulto estará mais disposto a aprender as coisas que necessita para atingir resultados positivos em situações reais de seu dia a dia, ou seja, a necessidade gera prontidão. Uma forma de demonstrar isso ao participante pode ser expondo-o a oportunidades de realizar um grande desempenho ou por meio de coaching.
5. Orientação para a aprendizagem: diferentemente da criança, que é orientada para o processo de aprendizado em si, o adulto tem o foco em sua vida, suas tarefas e seus problemas. Ou seja, ele tem disposição para aprender o que dá resultado claro e, preferencialmente, imediato. Dessa maneira, é fundamental demonstrar a aplicação e a utilidade de cada conceito apresentado.
6. Motivação: embora alguns fatores externos possam ser importantes motivadores (melhores salários, promoções, etc.), os aspectos intrínsecos geram uma motivação muito mais ativa. Dessa forma, devem ser levados em conta programas que auxiliem no desenvolvimento de uma maior auto-estima, satisfação no trabalho ou qualidade de vida.
Principais teóricos:
Malcolm Knowles
Malcolm Knowles é o autor que desenvoveu a Andragogia. Em sua teoria, ele considera pontos interessantes e bastante atuais que evidenciam por que um aluno se envolve ou não em um processo de aprendizado. Isso inclui a valorização de experiências já vividas, a forma como o próprio adulto se enxerga dentro de sala de aula, quais são as expectativas e motivações e como isso se dá na “vida real”, de volta ao ambiente de trabalho.
Bob Pike e David Kolb
Exploramos também a abordagem de outros autores para conceber novas tecnologias de aprendizagem. Bob Pike propõe uma série de dinâmicas para que o instrutor saiba aproveitar os diferentes níveis de conhecimento de cada aluno dentro de um grupo. O LAB utiliza estes parâmetros para promover aulas mais interessantes e participativas. Já David Kolb sugere a utilização de experiências como mediadora entre o aprendizado e a vida real do participante, para consolidar o conteúdo estudado. O LAB se apóia neste conceito para incentivar a reflexão, a observação e realização de atividades vivenciais que transportam a teoria para a prática -
Síndrome de Asperger
Posted on maio 1st, 2010 No commentsA chamada síndrome de Asperger, transtorno de Asperger ou desordem de Asperger (código CIE-9-MC: 299.8), é uma síndrome do espectro autista, diferenciando-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo. A validade do diagnóstico de SA como condição distinta do autismo é incerta, tendo sido proposta a sua eliminação do “Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders”, sendo fundida com o autismo.
A SA é mais comum no sexo masculino. Quando adultos, muitos podem viver de forma comum, como qualquer outra pessoa que não possui a síndrome. Há indivíduos com Asperger que se tornaram professores universitários (como Vernon Smith, “Prémio Nobel” de Economia de 2002). No entanto, no Reino Unido estima-se que apenas 12% terá emprego de período integral.
O termo “síndrome de Asperger” foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 num jornal médico, que pretendia desta forma homenagear Hans Asperger, um psiquiatra e pediatra austríaco cujo trabalho não foi reconhecido internacionalmente até a década de 1990. A síndrome foi reconhecida pela primeira vez no Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais, na sua quarta edição, em 1994 (DSM-IV).
Alguns sintomas desta síndrome são: dificuldade de interação social, falta de empatia, interpretação muito literal da linguagem, dificuldade com mudanças, perseveração em comportamentos estereotipados. No entanto, isso pode ser conciliado com desenvolvimento cognitivo normal ou alto.
Alguns estudiosos afirmam que grandes personalidades da História possuíam fortes traços da síndrome de Asperger, como os físicos Isaac Newton e Albert Einstein, o compositor Mozart, os filósofos Sócrates e Wittgenstein, o naturalista Charles Darwin, o pintor renascentista Michelangelo, os cineastas Stanley Kubrick e Andy Warhol e o enxadrista Bobby Fischer. -
Crianças aprendem o que veem.
Posted on abril 25th, 2010 No comments -
Artigo ou material para turma
Posted on abril 5th, 2010 No commentsEste é um exemplo de artigo, aqui você professor(a) poderá inserir textos e ou links para arquivos.


